Se a internet é um mundo de janelas
à informação, o facebook é aquela que é retratada em muitos romances
brasileiros, onde a pessoa, além de saber o que acontece proseando com uns e
outros que a caminho passam pela sua morada, pode obter mais conhecimento ainda trocando
impressões e debatendo alguma questão. Em ambos os casos, há muita coisa fútil, mas o filtro deve
ser aplicado por cada um...
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Prêmio Brasil Sem Miséria de Boas Práticas
Eis
ai uma boa oportunidade aos Gestores de Políticas Públicas para aplicar os
seus conhecimentos...
GABINETE
DA MINISTRA
PORTARIA
Nº 245, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2012
Cria
o Prêmio Brasil Sem Miséria de Boas Práticas.
A
MINISTRA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, no uso das
atribuições que lhe são conferidas pelo art. 87, parágrafo único, incisos I e
II, da Constituição Federal, e pelo art. 27, inciso II, da Lei nº 10.683, de 28
de maio de 2003, e com base no Decreto nº 7.492, de 2 de junho de 2011 e no Decreto
nº 7.493, de 2 de junho de 2011,
CONSIDERANDO
que o Plano Brasil Sem Miséria tem por finalidade a superação da extrema
pobreza em todo o território nacional;
CONSIDERANDO
que o desafio de superar a extrema pobreza exige um esforço conjunto da nação
por meio da integração entre governos - federal, estaduais, municipais e do
Distrito Federal - e sociedade civil para implementação de políticas, programas
e ações articuladas que promovam o desenvolvimento com redução das
desigualdades sociais;
CONSIDERANDO
a pactuação federada constituída a partir da adesão de todos governadores ao
Plano Brasil Sem Miséria e a parceria com as prefeituras;
CONSIDERANDO
que segmentos empresariais já formalizaram adesão ao Plano Brasil Sem Miséria
por meio da assinatura de Acordos de Cooperação firmados com o Governo Federal;
CONSIDERANDO
que os movimentos sociais desempenham papel significativo no apoio a ações que
fortalecem o Plano Brasil Sem Miséria, resolve:
Art.
1º Instituir o "Prêmio Brasil Sem Miséria de Boas Práticas", voltado
ao reconhecimento de iniciativas inovadoras e/ou exitosas no âmbito do público
alvo e dos eixos que estruturam a atuação do Plano Brasil Sem Miséria, quais
sejam, garantia de renda, acesso a serviços e inclusão produtiva.
Art.
2º O Prêmio Brasil Sem Miséria de Boas Práticas tem como objetivo identificar,
reconhecer, valorizar, documentar, difundir e dar visibilidade a iniciativas
que se desenvolvam em consonância com as diretrizes do Plano Brasil Sem
Miséria, e que contribuam para a superação da extrema pobreza em nosso país.
Art.
3° O Prêmio será regulamentado por comissão organizadora de acordo com
instrumento próprio, no qual deverão ser estabelecidos: categoria de premiação;
objetivos; critérios de elegibilidade; prazos; critérios de seleção, de
julgamento, de avaliação e de premiação; calendário e demais itens que se façam
necessários.
Parágrafo
único. No caso de categorias cuja premiação seja oferecida em parceria com
outros órgãos federais, as respectivas comissões organizadoras serão designadas
por ato conjunto.
Art.
4° Esta portaria entra em vigor na data da sua publicação.
TEREZA CAMPELLO
Ministra de Estado do Desenvolvimento Social e
Combate
à Fome
Entrementes..., a maior miséria desta nação está no seu precário sistema educacional e na perversa inversão de valores que permeia a sociedade.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Mais uma da imprensa golpista
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1183724-presidencia-destinou-verba-a-jornais-que-nao-existiam.shtml
A Presidência da República gastou R$ 135,6 mil para fazer publicidade oficial em cinco jornais de São Paulo que não existem.
As publicações fictícias são vinculadas à Laujar Empresa Jornalística S/C Ltda, com sede registrada num imóvel fechado e vazio, em São Bernardo do Campo (SP).
Essa empresa aparece em 11º lugar num ranking de 1.132 empresas que, desde o início do governo Dilma Rousseff, receberam recursos públicos da Presidência para veicular propaganda do governo em diários impressos.
Embora esteja à frente de empresas responsáveis por publicações de ampla circulação e tradição no país, como o gaúcho "Zero Hora" e o carioca "O Dia", a Laujar não publica nenhum jornal.
Os cinco títulos da empresa beneficiados pela Presidência inexistem em bancas do ABC Paulista, onde supostamente são editados, não são cadastrados em nenhum sindicato de nenhuma categoria do universo editorial e são completamente desconhecidos de jornalistas e jornaleiros da região.
Também não aparecem em cadastros municipais de jornais aptos a fazer publicidade de prefeituras.
SEMELHANÇA
Além disso, exemplares enviados à Presidência como provas de que as publicações existem contêm sinais de serem forjados.
A Laujar mandou as supostas edições do dia 15 de março do ano passado do "Jornal do ABC Paulista", "O Dia de Guarulhos", "Gazeta de Osasco", "Diário de Cubatão" e "O Paulistano".
Todas elas têm os mesmos textos --a única diferença é o nome da publicação.
Uma das "reportagens" apresentadas contém declarações do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dadas no próprio dia 15. O que torna impossível a impressão ter ocorrido na data informada nos jornais.
Na verdade, o texto é uma cópia de uma nota publicada no site da Folha na tarde daquele dia.
As impressões têm também um suposto anúncio de meia página da Unimed. A empresa de planos de saúde, no entanto, informou à Folha que nunca fez publicidade em nenhum dos "jornais" da empresa Laujar.
Também há registros de pagamentos efetuados pela Caixa Econômica Federal à empresa, mas os valores não foram divulgados pelo banco federal.
Presidência destinou verba a jornais que não existiam
BRENO COSTA
LEANDRO COLON
DE BRASÍLIA
FABIO LEITE
DE SÃO PAULO
LEANDRO COLON
DE BRASÍLIA
FABIO LEITE
DE SÃO PAULO
A Presidência da República gastou R$ 135,6 mil para fazer publicidade oficial em cinco jornais de São Paulo que não existem.
As publicações fictícias são vinculadas à Laujar Empresa Jornalística S/C Ltda, com sede registrada num imóvel fechado e vazio, em São Bernardo do Campo (SP).
Essa empresa aparece em 11º lugar num ranking de 1.132 empresas que, desde o início do governo Dilma Rousseff, receberam recursos públicos da Presidência para veicular propaganda do governo em diários impressos.
Embora esteja à frente de empresas responsáveis por publicações de ampla circulação e tradição no país, como o gaúcho "Zero Hora" e o carioca "O Dia", a Laujar não publica nenhum jornal.
Os cinco títulos da empresa beneficiados pela Presidência inexistem em bancas do ABC Paulista, onde supostamente são editados, não são cadastrados em nenhum sindicato de nenhuma categoria do universo editorial e são completamente desconhecidos de jornalistas e jornaleiros da região.
Também não aparecem em cadastros municipais de jornais aptos a fazer publicidade de prefeituras.
SEMELHANÇA
Além disso, exemplares enviados à Presidência como provas de que as publicações existem contêm sinais de serem forjados.
A Laujar mandou as supostas edições do dia 15 de março do ano passado do "Jornal do ABC Paulista", "O Dia de Guarulhos", "Gazeta de Osasco", "Diário de Cubatão" e "O Paulistano".
Todas elas têm os mesmos textos --a única diferença é o nome da publicação.
Uma das "reportagens" apresentadas contém declarações do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dadas no próprio dia 15. O que torna impossível a impressão ter ocorrido na data informada nos jornais.
Na verdade, o texto é uma cópia de uma nota publicada no site da Folha na tarde daquele dia.
As impressões têm também um suposto anúncio de meia página da Unimed. A empresa de planos de saúde, no entanto, informou à Folha que nunca fez publicidade em nenhum dos "jornais" da empresa Laujar.
Também há registros de pagamentos efetuados pela Caixa Econômica Federal à empresa, mas os valores não foram divulgados pelo banco federal.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Redução da maioridade penal - será que só isso resolve?
Circulam por ai, algumas manifestações contra a redução da
maioridade penal. Apesar de ter lido meio por alto as justificativas, que mais
uma tomam a pobreza e a injustiça social como causas principais da delinqüência
dos menores, entendo que a redução pura e simples da idade para a
responsabilização dos adolescentes infratores não é o melhor caminho. Não basta
que a lei seja alterada e que comecemos a enjaular pessoas com 16 anos de idade
nas masmorras do Brasil. Seria como mandá-las para a escola, a escola do crime.
Contudo, alguma coisa precisar ser feita. Não podemos
continuar com esse faz de conta de medidas sócio educativas, conselhos
tutelares e deixar soltos pelas ruas adolescentes que cometem assassinatos e
permanecem impunes praticando delitos em escala.
Assim, de modo simplista mesmo, entendo que o caminho
correto é a educação, a disciplina, o amor e o respeito.
Agora, quem deve prover isso tudo? Entendo que a família, o
Estado e a sociedade.
Como? Criando locais de convivência onde se acorda cedo, se
estuda, se trabalha e, principalmente, onde haja disciplina e respeito e o
“coitadismo” seja deixado de lado.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Como se tornar um voluntário
Conforme folder abaixo, a Prefeitura de Guarulhos estará aplicando neste mês um curso sobre voluntariado.
Trata-se de uma ação importante que busca esclarecer as pessoas sobre o tema e ampliar o número de voluntários na cidade.
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