Segundo o Operador
Nacional do Sistema – ONS, órgão responsável pelo gerenciamento das operadoras
do sistema de geração e transmissão de energia elétrica no Brasil, houve o real risco de um apagão em decorrência do pico de energia provocado pelo capítulo
final da novela global. Isso mostra certa fragilidade no sistema, que possui pouca margem de sobra em energia para suprir momentos de consumo elevado.
As grandes cidades são as maiores responsáveis por isso, pelo simples fato de
concentrarem grande parte do consumo. A cidade de São Paulo, por exemplo, é
totalmente dependente da energia gerada pela usina de Itaipu, a quase 1000 quilômetros
de distância, utilizando boa parte da energia produzida pela usina.
Então, penso eu, o que estão
esperando para utilizar fontes de energia alternativas, que além de diminuir a dependência
de praticamente uma única fonte, podem contribuir para a conservação do meio
ambiente?
Na verdade eu não sei! Mas uma dessas fontes energéticas alternativas é a queima do lixo urbano.
Em muitos países da Europa é
comum a incineração do lixo para a produção de energia elétrica. Isso poderia
facilmente ser feito por aqui. Imaginem o potencial de cidades como São Paulo
ou Rio de Janeiro, que produzem milhares de toneladas de lixo diariamente, o
quanto de energia poderiam produzir a partir do lixo e ainda diminuir o impacto
nos aterros sanitários que são extremamente nocivos.
Enfim, fica a lembrança. A tecnologia existe, basta
utilizar!
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